Visita a Loja Escoteira da BSA em Denver

Fotos do escritório do Distrito Escoteiro em Denver no Colorado
e da Loja Escoteira da BSA.










































Escoteiros do Mar ou Má Escoteiros

Sou Escoteiro do Mar e não tenho como negar. Construi minha vida no Escotismo durante 8 anos no 1ºPB GE MAR Almirante Barroso em João Pessoa/PB. Foi no Escotismo que desenvolvi minhas primeiras competências náuticas, fiz minhas remadas iniciais no caiaque, aprendi a velejar, aprendi a entender a maré, aprendi que o é boreste e bombordo, consegui minha habilitação de arrais amador, desenvolvi o gosto pelo mar. Devo minha atuação profissão de Instrutor de Canoagem Oceânica aos Escoteiros (do Mar).

Antes que não entendam bem, meu objetivo não é criticar sem motivo e sem apresentar soluções. Vou apresentar meu humilde ponto de vista e tentar direcionar boas práticas.

Muito tenho ouvido e visto “SOU ESCOTEIRO DO MAR”, “SÓ OS GRUPOS DE MAR”, “O UNIFORME DO MAR”, etc, etc.

É verdade o Escotismo no Brasil começou pela Marinha, trazido pelos seus Oficiais, mas e daí? Ser escoteiro é um previlégio que muitos não entendem, poucos têm e alguns realmente são. Ser escoteiro do Mar, do Ar, ou Básico não nos diferencia na essência. Somos amigos de todos e irmãos dos demais.

A postura dos escoteiros do Mar no Brasil não me causa motivação nem admiração pelos adultos que direcionam a Modalidade no País. Meu pensamento inicia pela luta constante dos Escoteiros do Mar em querer ter um uniforme/vestimenta diferente das demais modalidades. Ao lutar para criar uma nova vestimenta própria, apenas causa uma nova separação. Do ponto de vista de Marketing e fixação de uma marca, ao criarmos essa mistura não saudável de diferentes uniformes e vestimentas, estamos dando um tiro no próprio pé. Apenas complicamos ainda mais o reconhecimento da marca do Escotismo. Um escoteiro bem vestido na rua é garantia que teremos mais e mais membros em todas as modalidades. O povo brasileiro ainda é visual e considera fortemente as imagens e as aparências.

É bem verdade que a atual vestuário, lançado pela UEB em 2014, tem muito a melhorar. Ainda é desconfortável, é uma quase imitação da vestimenta americana (para adultos), e é caro. Mas que houve uma evolução para um visual mais moderno, não podemos negar. Como de praxe, nós, os escoteiros do Mar resolvemos criar uma vestimenta própria, que por acaso tenho uma. Formada por uma calça azul marinho e camisa branca, que remete aos antigos uniformes das escolas estaduais (nada contra as escolas) mas houve uma quebra substancial do visual moderno da vestimenta nacional para que o Modalidade do Mar propôs.

Outro passo importante que os Escoteiros do Mar precisam dar é de mudanças significativas no programa educativo dos jovens com relação as etapas da modalidade. Escoteiro do Mar não é aprendiz de Marinheiro. Precisamos desvincular e deixar de remeter a isso, mudar os rumos e as nomenclaturas. O programa dos Escoteiros do Mar precisa ser direcionado para formar, educando e divertindo ao ar livre, remadores e velejadores.

Por exemplo, analisando o Programa Educativo do Ramo do Sênior/Guia vejamos os termos e as etapas para Conjunto específico para Modalidade do Mar. O primeiro tópico é Salvatagem. Termo pouco usado. O termo usado no mundo inteiro é RESGATE. 

Vejamos agora as duas primeiras etapas:
a) Conhecer os sinais de pedido de socorro no mar; 
b) Conhecer os procedimentos a serem adotados em casos de incêndio a bordo.
Vamos para prática, a etapa A encontra-se totalmente desatualizada. Com o uso de tecnologia (telefone via satélite, SPOT, Beacon, Rádio, Celular e Internet) e procedimentos modernos de sinalização com sinais sonoros e luminosos, a etapa deixa em aberto para interpretação. Sem falar que, muitos dos sinais de pedido de socorro não são exclusivos do MAR, servem para qualquer situação de emergência. Não falem de SEMÁFORA! De nada serve no mundo náutico nos dias atuais.

A etapa B trata de incêndio a bordo. Ter noção desse procedimento seria válido se o jovem tivesse vivência, tivesse acesso e facilidade de ficar embarcado em barcos de médio e grande porte onde existe a possibilidade real de incêndio a bordo. Nas embarcações pequenas a remo e a vela que são mais facilmente usadas pelos escoteiros do mar, essa possibilidade não existe. Mais uma prova de que queremos formar marinheiros e não de formar jovens cidadãos responsáveis usando como palco o mar, o remo e a vela.

Vejamos as etapas TRADIÇÃO:
a) Participar corretamente do cerimonial de içar e arriar a Bandeira Nacional, tocando o apito marinheiro e tecendo seu próprio fiel do apito.
c) Saber as utilidades do caxangá e fazer uma pesquisa na internet sobre as coberturas e uniformes de Escoteiros do Mar em outros países. 
Apito Marinheiro? Caxangá? Será que realmente precisamos disso? Chegou a hora de modernizar. Mudemos, ou perderemos mais jovens com nossas ideias antigas.
A etapa de Embarcações e Marinharia é algo para se pensar:
a)Reconhecer os tipos de embarcações militares.
Essa etapa deveria ser excluída imediatamente. Existe uma infinidade de embarcações NÃO-Militares que podem motivar, divertir e educar os jovens. Não iremos atingir isso fazendo com que eles reconheçam as embarcações antigas da Marinha do Brasil (com todo respeito aos militares, eles não tem culpa).
Para os adultos foi criado o CTMAR - Curso Técnico de Mar. Outro problema da Modalidade, que pode ser solução. Um curso longo, quase impossível de ser realizado com frequência e facilidade dentro da realidade do Brasil. Tão difícil que apenas cinco cursos foram ministrados em 2014 no Brasil. O CTMAR também direciona parte do conteúdo para embarcações de grande porte, salvo exceções, tem um foco em embarcações a motor também. O CTMAR deveria ser dividido em 3 partes distintas: remo, vela e motor. Deveria focar em como educar usando o mar. Deveria ser um curso de formação de instrutores ou escotistas com foco no método e não apenas na prática. Deveria pensar em como ensinar a remar, qual a melhor abordagem para educar usando a vela oceânica, etc.

Tiro meu chapéu e tenho toda admiração pelos irmãos dos Grupos de Mar da Paraíba que lutam seriamente para realizar atividades a remos e a vela, sempre de colete, com seus jovens.

Enfim acredito que seja a hora da Direção dos escoteiros do Mar parar e pensar. Antes de reclamar pelo uniforme da modalidade, antes de citar que vão criar uma organização nacional separada da UEB, antes de dizer SOU ESCOTEIRO DO MAR, deveriam parar e refletir. Vamos usar o mar como meio educacional. Por exemplo, será que eu sei o que é uma rotação de tronco na remada baixa? Qual o uso e diferenças da carta náutica para embarcações a remo, a vela e motor? Será que realmente sei todos os tipos de maré dentro do ciclo de 28 dias? O que é um "resgate de contato” na canoagem oceânica? Acredita que apenas a lua interfere na maré? Qual a metodologia mais adequada para ensinar um rolamento num caiaque oceânico para jovens de 17 anos? Se eles, os dirigentes não sabem essas respostas, não são escoteiros do Mar, são na verdade, “má” escoteiros.

Edmilson M Fonseca - Escoteiro

Obs: Estou a disposição para ajudar, para fazer parte da mudança, para educar os jovens junto com todos que realmente acreditam no Escotismo como forma de mudança comportamental para um mundo mais bacana.

Quem são os grupos escoteiros e como podemos aprender com cada um deles!


SOMOS 13 - Nosso número da sorte!
Fica claro que nós escoteiros da Paraíba vivemos hoje uma outra realidade. O Escotismo aqui mudou, não para melhor, mas sim como deveria ser: PARA MUITO MELHOR. Quer provas? 
  • Atividades regionais são realizadas com consistência e qualidade;
  • Formação de adultos é fato e mensurável (leia-se a realização de cursos de formação em todos os níveis);
  • Direção Regional tem a capacidade de ouvir, filtrar e aplicar as boas ideias;
  • Temos reconhecido novos membros e grupos (considere como exemplo os diplomas e medalhas de mérito e trofeu araucária entregues nos últimos meses);
  • Nossos jovens têm atingido os distintivos especiais com mais frequência;
  • Dentre os 27 estados da federação somos o 14º em efetivo total registrado, já estivemos entre os últimos;
  • Números de Unidades Escoteiras abertas ampliou bastante;
  • Direção Regional foi além da formação básica dos adultos ao realizar Congressos, cursos de técnicas verticais e canoagem para adultos;
  • Temos uma boa presença nas redes sociais;

Se você ainda não está convencido, podemos bater um papo (num outro momento) sobre a nossa situação há 10 ou 15 anos. Não há mais espaço para o Escotista medíocre, essa é a grande verdade.

Essa boa mudança não é apenas mérito da Direção Regional. Esse bom momento passa por todos os adultos equilibrados, sérios e comprometidos com a educação dos nossos jovens. Passa também pelos Grupos Escoteiros. 

Na minha humilde opinião Grupos Escoteiros podem ser a solução mas muitas vezes eles são um problema. Se pararmos para pensar, a nossa principal marca registrada de que somos escoteiros é o nosso lenço, que é o distintivo do Grupo. Ao usar o lenço do seu grupo, criamos uma diferença, somos separados por cores num pedaço de pano e esquecemos que temos, todos, o mesmo distintivo verde do lado esquerdo do peito, NOSSA PROMESSA. SOMOS IRMAOS e NÃO Concorrentes de nós mesmos. Será que um dia teremos o LENÇO DE PROMESSA ao invés do lenço do grupo? Não podemos, nesse bom momento, ficar presos a bolha chamada GRUPO ESCOTEIRO.

Nos últimos três anos tenho participado de cursos com adultos e reuniões em vários Grupos e comecei a perceber que vivemos separados e quase isolados uns dos outros, salvo os casos de atividades locais e regionais. Percebi também, em cada grupo que passei, que eles possuem grandes habilidades e competências, mas que não necessariamente elas são recorrentes nos demais Grupos. 

Se tivermos a capacidade de sair da bolha, MEU GRUPO ESCOTEIRO para NOSSO ESCOTISMO, ninguém vai nos segurar.
Observei alguns grupos da Paraíba em atividades e via internet e cheguei a conclusão que podemos copiar as melhores práticas de cada um deles, para termos um escotismo mais sólido e ainda melhor. Vou citar o que percebi. Não sou, nem serei o dono da verdade, essa é apenas uma perspectiva que cheguei, tenha plena certeza que existem muitas outras virtudes em cada grupo, mas aqui destaco as que me chamaram mais atenção.

1º/PB • DO MAR ALMIRANTE BARROSO
Resiliência. O Barroso (que foi meu grupo por 8 anos) tem uma capacidade de surgir das cinzas, quase fecha, meses depois volta. Podemos aprender com o 1ºPB como é possível resistir mesmo diante das grandes dificuldades. Superar crises e passar por cima momentos ruins com a cabeça erguida é uma grande habilidade do 1ºPB.

2º/PB • 5 DE NOVEMBRO
Mística. A Labre (carinhosamente chamo assim) impressiona pela capacidade de criar a mística escoteira de forma brilhante. Participei da passagem de uma lobinha para tropa escoteira e foi uma experiência que jamais irei esquecer. O 2ºPB pode nos ensinar como criar uma mística bacana e marcante em nossas tropas.

3º/PB • DO MAR ALMIRANTE WARINGTON BADEN POWELL
Recursos e Envolvimento Local. O 3ºPB chamou minha atenção com a competência de “arranjar" recursos para realizar suas atividades, conseguem sempre bons lugares para sua sede e tem facilidade de recursos como embarcações. Eles também fazem um bom trabalho envolvendo os jovens do bairro como membros juvenis.

7º/PB • BATURITÉ
Técnica, Equipamentos e Fidelização dos Jovens - Impossível não perceber no Baturité a capacidade técnica que possuem em escalada em rocha e técnicas verticais, muitos chefes praticam esse esporte assim como mountain bike. O grupo fez um bom trabalho ao adquirir equipamentos próprios para técnicas verticais. Também chamou a minha atenção a quantidade de membros juvenis que estão no grupo desde lobinho. Com o 7ºPB podemos aprender como aumentar a redenção de nossos escoteiros.

9º/PB • GENERAL SAMPAIO
Solidariedade e capacidade de mobilização. Público e notório a habilidade que o Sampaio possui em realizar consistentes campanhas como a do Sopão semanal. Escotismo puro! O Grupo demonstra uma boa capacidade de trabalhar em prol de causas nesse tema e em outros. O Coração do Sampaio é gigante. Também sou fã deles! Eles podem nos ensinar como Fazer sempre uma boa ação de verdade.

12º/PB • DO MAR GALE
Envolvimento com os Pais e recursos náuticos. Apesar da pouca idade, esse grupo demonstra uma habilidade única e de extrema importância, o Galé sabe “transformar" pais em bons chefes. O Grupo também sabe usar o tempo livre dos pais nas atividades escoteiras. O Grupo é praticamente independente em pequenas embarcações, tem acesso a canoas e barco a vela. Podemos aprender com eles como trabalhar e envolver os pais no Grupo.

13º/PB • PADRE OTAVIANO
Piancó é um capítulo a parte. O grupo de maior sucesso do estado deve ser avaliado com mais proximidade. Piancó é só o Poder! Estou escrevendo um post separado pois esse grupo tem MUITO, mais muito a nos ensinar. Aguardem!

16º/PB • DO MAR DRAGÕES DO MAR
Mudanças e Serenidade. O Dragões teve a capacidade de voltar após passar por sérias mudanças de sede e até de modalidade. Voltou com os pés no chão e os remos na água. Tem uma chefia que admiro pela serenidade, clareza e inteligência emocional. Eles podem nos ensinar como voltar e reabrir um grupo, agora mais forte ainda do que antes.

17º/PB • DO AR SANTOS DUMONT
Organização e Identidade Visual. Já tive a chance de conversar e elogiar alguns chefes do Santos Dumont a respeito de como chefes e membros juvenis tem os melhores uniformes do estado. Todos os membros estão sempre muito bem apresentáveis. Chamou minha atenção, orientação ao detalhe que eles tem com relação a colocação de distintivos de acordo com POR. É lindo ver o Santos Dumont nas fotos e ao vivo.

33º/PB • CATÓLICO FRASSATI
Saudável união e comprometimento. O nosso irmão mais jovem, o GE Frassati, já apresenta suas sólidas habilidades desde cedo. É um grupo escoteiro dentro uma comunidade católica. Uma perfeita combinação de forças do bem. Essa relação entre igreja e escotismo é algo a ser copiado, o laço que é criado nos membros, causa um excelente compromisso entre ambas as instituições. Já pensou? Um grupo em cada igreja evangélica, católica. etc.

 88º/PB • DO MAR TENENTE LUCENA
Humildade, Simplicidade e Compromisso. Visitei o Tenente Lucena logo após a sua reabertura e tive a honra de aplicar um curso de canoagem onde chefes do 88ºPB estavam presentes. A lição que levei deles foi de um retorno seguro ao movimento, que veio para ficar com Humildade, Simplicidade e Compromisso por parte de todos os escotista que tive contato. Esses tem muito o que ensinar.

Ainda não tive contato com os grupos: 4º/PB • TRILHA CERTA e 5º/PB • ÁGUIAS DA TERRA, mas tenho plena certeza que aprenderemos com eles também.


Se colocarmos todas as habilidades e virtudes dos grupos juntas seremos fortes. Insisto a bolha MEU GRUPO deve ser quebrada, seremos maiores juntos, mude para MEU ESCOTISMO. Convido os GE a se falarem, a destacar as boas práticas e compartilhar as boas ideias.

Edmilson M Fonseca
Fã número 1 do Escotismo da Paraíba

SALVAMAR - Serviço de Emergências no Mar 185

Marinha anuncia o SALVAMAR (finalmente) o equivalente ao SAMU nas cidades ou a GUARDA COSTEIRA nos Estados Unidos (criada em 4 de agosto de 1790), apesar do atraso de anos, vale a pena divulgar o 185 para emergências no Mar.

Este serviço de emergência já funciona em todos os estados da federação com acesso ao oceano inclusive em rios no Amazonas.

Na Paraíba o serviço pode ser acionado pelo número 185, a ligação será atendida na base naval em Natal-RN que após o entendimento e triagem acionará os órgãos locais competentes como Corpo de Bombeiros da Paraíba e Capitania dos Portos em João Pessoa-PB para emergências próximo a costa do Estado. Em situações em alto mar, a base em Natal-RN, pode vir a acionar um navio patrulha que sairá da própria base no Rio Grande do Norte.

Antes de acionar o número 185 considere:
- Tenha a sua localização mais precisa possível, de preferência usando o GPS obtenha as coordenadas geográficas com Latitude e Longitude em graus, minutos e segundos;
- Saiba o nome e as cores da embarcação;
- Nome e cor da roupa das pessoas que precisam de ajuda;
- De onde saiu a embarcação;

Melhor do que acionar 185 é evitar a emergência:
- Faça curso para ter habilitação náutica (veleiro, arrais, mestre e capitão amador);
- Deixe um plano de viagem com local de saída e rota a ser percorrida;
- Revise e use todo o equipamento de segurança (coletes, bóias, estrutura da embarcação, sinalizadores, rádios, gás, etc);
- Saiba agir em caso de primeiros socorros em ambiente aquático;
- Tenha clara noção do seu limite técnico e físico;
- Seja prudente.

Edmilson M Fonseca
Instrutor de Canoagem Oceânica da NOLS
Veja o vídeo com informações sobre o serviço 185

6 Dicas para conquistar Lis de Ouro e Escoteiro da Pátria (para Educadores)


A vida útil de escoteiros(as), seniores, guias, pioneiros e pioneiras as vezes é muito curta e vários deles, como bons brasileiros, acabam procrastinando sua progressão e tudo fica para última hora para receber ou tentar conseguir e conquistar, com seus próprios méritos, seus distintivos especiais. Não tem que ser assim.

Seguem aqui seis dicas úteis que acredito e me ajudaram a conquistar meu distintivo especial de Escoteiro da Pátria.

1. Estabeleça uma data limite

Todos precisam de um prazo. Caros chefes, incentive seus escoteiros, escoteiras, seniores e guias a estabelecerem prazos para etapas chaves na caminhada. Por exemplo: conquistar todas as especialidades obrigatórias para o distintivo especial com 13 anos e meio e 16 anos e meio, respectivamente. Caso seja um monitor, o chefe deve ajudar no estabelecimento dessas datas. Não sendo monitor, esse jovem deve ser ajudado ou guiado pelo próprio monitor, usando o sistema de patrulha, para estabelecer os prazos e acompanhar a progressão.
Todas as datas ser devem bem antes dos 15 e 18 anos.

2. Gerencie as expectativas e esperanças

Deseje o melhor mas planeje e esteja pronto para o pior. Esteja pronto para se algo sair errado tenha tempo de agir. Esse jovem deve ter consciência que cada passo da progressão pode e vai levar mais tempo do que ele ou ela realmente acha que realmente será.
E se caso eles ou elas completarem as etapas antes dos prazos, todos ganham. 

3. Um passo de cada vez

O caminho não será fácil e o jovem deve realmente querer chegar ao topo. Assim sendo devemos pensar e tomar um passo de cada vez. Este é um dos motivos que eles devem focar nas especialidades primeiro, para depois focar nos projetos da progressão, dessa forma não iram se sentir estressados e cheios de tarefas para completar.

4. Focar nas especialidades obrigatórias que levam mais tempo

Algumas especialidades obrigatórias por natureza podem levar mais tempo para serem conquistadas, por exemplo Primeiros Socorros. Incentive os jovens nessas especialidades “mais longas” ou “mais exigentes" em termos de tempo. Criar uma lista com a ordem das especialidades que devem ser conquistadas, pode ajudar a desenvolver uma visão (plano) melhor nesses jovens. Lembrem-se que muitas especialidades são itens também da progressão no Programa Educativo.

5. Focar a Insígnia da Modalidade

Ao estabelecer datas e prioridades das especialidades “mais longas” ou “mais exigentes" em termos de tempo, considere na lista as especialidades mínimas para a conquistar da Insígnia da Modalidade, o mais cedo possível.

6. Tenha consciência do seu papel de Educador/Chefe

Incentivo, elogios e ajuda ao longo da jornada serão sempre agradáveis para esse jovem. No entanto, ele ou ela deve seguir com as próprias pernas, o distintivo especial deve ser uma conquista do jovem e não uma facilitação do chefe. Ao facilitar demais você estará causando uma grande falha na educação desses jovens. Não faça por eles. Não trabalhe por eles mas COM ELES. Afinal de contas serão eles quem iram receber o Lis de Ouro ou Escoteiros(as) da Pátria.


Caros escoteiros, escoteiras, seniores e guias: Corra atrás do seu próprio desenvolvimento! Não aceite o fácil, trabalhe duro e faça valer o seu distintivo. Acredite, a sensação de dever cumprido e auto-confiança vão valer a pena ao no dia que receber e colocar seu distintivo na manga. 

Palavras de um Escoteiro da Pátria
Edmilson M Fonseca

Não me interessa saber...


Pouco me importa o que você faz da vida. Quero saber o que deseja alcançar e quais são seus sonhos.

Pouco me importa sua idade. Quero saber se você ousaria entrar na aventura da sua vida por um longo tempo e sem desistir.

Não me interessa saber se suas histórias são verdadeiras. Quero saber se você seria capaz de enfrentar a sua própria verdade.

Quero saber se você vê o belo mesmo nos dias sem Sol.

Quero saber se você é capaz de viver sem erros.

Não me interessa onde você trabalha e qual o valor de sua fortuna. Quero saber se você sairia de casa para ajudar crianças que precisam.

Não me interessa onde você estudou e quem foram seus professores. Quero saber se você é capaz de superar limites quando tudo mais estiver por cair.

Gostaria muito de saber se você é capaz de ficar sozinho e se realmente desfruta de si mesmo no silêncio da natureza.
Por Edmilson M Fonseca (adapto de O Convite)
Foto: Oscar Manguy - Ilha Toto - Pacífico

A Vida Útil de um Sênior ou Guia


O que acontece atualmente com o Ramo Sênior/Guia me motivou a escrever esse texto. Antes gostaria de me apresentar. Fui Escoteiro, Sênior (Escoteiro da Pátria) (1ºPB), Pioneiro (3ºPB), Assistente de Lobinho (quase fiquei louco), Assistente Escoteiro, Chefe Sênior e Diretor Técnico (1ºPB) de 1988 a 1996, talvez os melhores 8 anos que vivi. O Movimento Escoteiro mudou minha vida e me direcionou para minha profissão. Devo tudo ao Escotismo.

Nos últimos 2 anos tenho ajudado alguns grupos como instrutor, com o pouco que aprendi fora do Movimento, na minha profissão de Educador ao Ar Livre trabalhando em vários lugares do mundo. Logo que voltei, percebi a mudança no Ramo Sênior. Época que fui Sênior, nossa tropa possuía 4 patrulhas com 6 membros cada (Pat. Paraíba, Pat. Marcílio Dias, Pat. Cabo Branco e Pat. Amazonas) de 1989 a 1991 havia fila de espera para ser Sênior em nossa tropa. Os demais grupos também tinham muitos Seniores e Guias e várias patrulhas.

Ao voltar a ter contato com o Escotismo fiquei chocado com a baixa quantidade de Seniores e Guias nos grupos que frequentei e fiquei igualmente curioso querendo saber qual o motivo da evasão do Ramo. Será que não acompanhamos a evolução dos jovens brasileiros e ficamos para trás? Será que nosso programa Sênior atende a realidade do jovem Brasileiro? Será que nossos chefes estão prontos para os DESAFIOS do Ramo? Será que estamos oferecendo o que eles e elas querem?
Fácil perguntar, difícil responder.

Sabemos que como Sênior ou Guia é a fase que marca a transição entre a infância e a idade adulta. Com isso essa fase caracteriza-se por alterações em diversos níveis - físico, mental e social - e representa para o indivíduo um processo de distanciamento de formas de comportamento e privilégios típicos da infância e de aquisição de características e competências que o capacitem a assumir os deveres e papéis sociais do adulto. Devemos atender dentro da realidade da tropa os desafios físicos, mental (cognitivo) e social, será que estamos?

O desenvolvimento cognitivo é, ao lado das mudanças corporais, uma das características mais marcantes dos seniores e guias. Esse desenvolvimento se mostra sobretudo através:
do aumento das operações mentais;
da melhora da qualidade no processamento de informações e
da modificação dos processos que geram a consciência.
Assim o seniores e guias adquirem a base cognitiva para redefinir as formas com que lida com os desafios do meio-ambiente, que se torna cada vez mais complexo, e das mudanças psicofisiológicas. As principais características desse desenvolvimento são:
Pensar em possibilidades - ou seja, o pensamento não se limita mais à realidade, mas atinge também hipóteses irreais e permite ao indivíduo gerar novas possibilidades de ação;
Pensamento abstrato - a capacidade de abstrair se desenvolve, pemitindo ao indivíduo compreender não somente conceitos abstratos, mas também estruturas complexas, sobretudo sociais, políticas, científicas, econômicas e morais;
Metacognição - o próprio pensamento é alvo de reflexão, permitindo o direcionamento consciente da atenção, a reflexão e a avaliação de pensamentos passados, abrindo assim caminho para as capacidades de autoreflexão e introspecção;
Pensamento multidimensional - o jovem torna-se capaz de levar em conta cada vez mais aspectos dos fenômenos. Essa capacidade permite ao indivíduo compreender a interdependência de fenômenos de diferentes áreas e argumentar a partir de diferentes pontos de vista;
Relativização do pensamento - o sênior e guia se torna cada vez mais capaz de compreender outros pontos de vista e sistemas de valores.

Os Desafios Físicos e as mudanças corporais já não mas são atendidas em jogos de sede, precisamos sair e ver o mundo. Acredito fielmente que devemos oferecer Desafios reais como grandes expedições autônomas e de longa duração onde o seniores e guias sejam expostas a situações reais (controladas do ponto de vista da gestão de segurança), não falo de militarismo ou sobrevivência (isso é passado). Seniores e Guias devem encarar situação onde tenham que completar Desafios Reais como por exemplo:
  • Longas expedições
  • Jornadas com uso de mapa e bússola
  • Expedições a vela/cruzeiro marítimo
  • Viagens a remo
  • Escalada em Rocha

Tomada de Decisão, Comunicação, Trabalho em Equipe e Liderança são resultados tangíveis de atividades como essas. Será que estamos oferencendo? Jamais irei esquecer do Primeiro GAS (Grande Aventura Sênior) da Paraíba em 1991 com 21 patrulhas de todo estado, onde caminhamos 40km em 3 dias passando pelas bases mais bem organizadas que já vi na minha vida de sênior. Podemos ir mais longe.
Os seniores e guias são seres Sociais. Faz parte da idade, a necessidade de sociabilidade e as redes on-line atendem o que eles querem. Atividades Sociais on-line e “off-line” devem ser incentivadas e ser parte do dia-a-dia da tropa. Precisamos ir para onde eles estão.
Apenas 3 anos. Se você parar para pensar a vida de um Sênior é curta, a minha foi. Um ano tem 52 sábados, considerando que existem recessos e feriados. Um sênior ou guia teria mais ou menos 42 a 45 sábados por ano. Multiplicado por 3 seriam apenas 125 sábado, multiplicados pela 4 horas de reunião e considerando alguns acampamentos e bivaque, a vida útil de um sênior em horas não chega nem a 700 horas. É pouco para mudar um jovem, é pouco pela experiência que o Movimento proporciona.

Ideais para aumentar sua tropa sênior/guia:
-Aumente as horas de contato, comece a reunião as 12:30h e acabe às 18h.
-Tente o escotismo de bairro, para que as patrulhas possam se reunir nas quartas de forma independente.
-Acabe com os recessos de fim de ano e férias de julho. ESCOTISMO É FEITO NAS HORAS VAGAS, recesso em Julho e Janeiro não tem o sentido pois é exatamente os meses que eles tem mais tempo livre. Considere o recesso de sua tropa as semanas de provas finais e semestrais.
-Conecte o conteúdo do seu PGA com o conteúdo do ENEM. Matérias do tipo Geografia, História, Matemática, Português, Biologia, Química e Física podem ser aprendidas dentro do conteúdo escoteiro, basta ser criativo, você vai ganhar os seniores e os pais dos seniores.
-Lembre-se que o Programa Educativo aplicado ao Ramo Sênior
concentra sua ênfase educativa no processo de autoconhecimento, aceitação e aprimoramento das características pessoais, auxiliando o jovem na formação de sua identidade e a superar os principais desafios com que se depara nessa etapa da vida.
-Pense de forma de diferente. Pensar nas unidades isoladas: sua patrulha, sua tropa e seu grupo, apenas enfraquece o NOSSO movimento. PENSE no MOVIMENTO como um todo. Ajude em acampamentos ou bivaque outras tropas seniores de outros grupos. Rivalidade entre Grupos não melhora o Escotismo, já temos inimigos demais (drogas, tv, álcool, outros movimentos de jovens, etc). Precisamos pensar em conjunto. Chefe ajudando Chefe de grupos diferentes.
-Pense na formação do caráter de Jovens Líderes.
-Realize atividades de alto nível.

Podemos mudar mais jovens! Podemos aumentar nossas tropas!
Sempre Alerta

Edmilson Montenegro Fonseca

Juruena livre de hidrelétricas até 2023

O Parque Nacional do Juruena (AM/MT) não será reduzido para acomodar a instalação de hidrelétricas até 2023. É o que confirma o mais recente Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE), disponível para consulta pública no site do Ministério de Minas e Energia (MME), até o dia 5 de outubro. O interesse pela construção das barragens de São Simão e de Salto Augusto, no interior do Juruena, já havia sido comunicado de forma unilateral pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), e o assunto foi cogitado para entrar na pauta de discussões do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) ainda este ano. A decisão do governo federal garante a integridade do Parque pelos próximos dez anos e representa uma conquista para a sociedade civil.

O PDE 2023 é um importante instrumento de planejamento para o setor energético nacional, que contribui para o delineamento das estratégias de desenvolvimento do país a serem traçadas pelo governo brasileiro. Além disso, incorpora uma visão integrada da expansão da demanda e da oferta de diversas fontes energéticas no período de 2014 a 2023.

De acordo com o documento, a previsão de data de construção das hidrelétricas em áreas protegidas, como o Parque Nacional do Juruena, depende dos “longos prazos verificados ultimamente no processo de licenciamento ambiental”. Segundo o relatório, essa “morosidade do processo”, como consequência da incerteza quanto aos encaminhamentos do licenciamento ambiental de hidrelétricas em unidades de conservação, influencia de forma expressiva o prazo para a entrada em operação de usinas planejadas.

Para o superintendente de conservação do WWF-Brasil, Mauro Armelin, apesar da decisão acertada do governo, a justificativa não convenceu. A complexidade ambiental do local e a rica biodiversidade do Parque são os principais pontos a serem levados em consideração para a não construção das hidrelétricas. “O Juruena é um dos maiores parques do País e está localizado num mosaico de áreas protegidas, ou seja, é uma região fundamental para frear o desmatamento, a ocupação desordenada e a grilagem de terras. A região é de extrema importância biológica para aves, mamíferos, répteis, anfíbios e espécies da flora ameaçadas de extinção”, explica. 

Segundo ele, a justificativa de morosidade no licenciamento não pode ser o principal argumento, senão, há o risco de um novo movimento focado na simplificação do licenciamento. “Ao invés disto, a mensagem que deve ficar é que empreendimentos locados em áreas de grande complexidade socioambiental precisam de uma articulação muito mais robusta com a sociedade através de espaços democráticos de discussão”, acrescenta. 

Se construídos, os reservatórios das hidrelétricas inundariam cerca de 40 mil hectares no Parque, e também nos Parques Estaduais Igarapés do Juruena e Sucunduri, e nas Terras Indígenas Apiakás, Escondido e Pontal. As barragens afetariam, ainda, a sobrevivência de 42 espécies de animais ameaçadas ou que só existem naquela região, além de todas as corredeiras do Rio Juruena, inviabilizando processos ecológicos vitais para peixes migratórios, por exemplo.

Nos últimos meses, o assunto tem sido amplamente divulgado por meio da campanha SOS Juruena, do WWF-Brasil. Lançada em junho deste ano, a iniciativa tem pedido o apoio da sociedade para pressionar o governo a não permitir a construção das hidrelétricas dentro do Parque e assim garantir a sua integridade.

Por meio de uma petição online, a ação registrou até o momento mais de 25 mil assinaturas, de pessoas do Brasil e de várias partes do mundo. “Temos certeza que a campanha contribuiu para atingirmos esse fantástico resultado. Hoje celebramos esse excelente resultado para a sociedade brasileira com todos que nos apoiaram e que também têm atuado em defesa do Juruena e da Bacia do Tapajós. Nossa luta continua para que essa decisão não seja revista nos próximos anos e a conservação da biodiversidade única da região seja o principal argumento para uma decisão final sobre a não implantação dessas usinas”, comemora Armelin.

Para o WWF-Brasil, é inaceitável que áreas protegidas, criadas mediante exaustivos estudos socioambientais, acordos políticos entre governos e setores produtivos, tenham sua integridade ameaçada por decisões unilaterais e pela falta da execução de premissas básicas como o Planejamento Sistemático de Conservação (PSC), e o debate e consulta à sociedade. “Sustentabilidade pressupõe transparência e participação social ampla, de forma a garantir equilíbrio entre fatores econômicos, sociais e ambientais na formulação de políticas públicas, na tomada de decisões e nas ações que afetem o conjunto ou parte do território e dos brasileiros”, avalia Mauro.

A proposta do PDE está na Portaria nº 471, publicada no dia 9 de setembro, no Diário Oficial da União (DOU). Os documentos pertinentes podem ser obtidos no site do MME (www.mme.gov.br), no link PDE 2023. Embora esta revisão já tenha eliminado a possibilidade de instalação das hidrelétricas por enquanto, é importante que a sociedade continue a monitorar futuras revisões do plano para garantir que estes empreendimentos não venham a ser incluídos no futuro.
Fonte: WWF

Desafio Costa do Sol 2015??

Com exclusividade tivemos acesso a informações do possível retorno do Desafio Costa do Sol em 2015. A Primeira Corrida de Aventura do Nordeste estaria sendo preparada para o segundo semestre do próximo ano, com um percurso grande e desafiador, como sempre foi a tradição daquela que era uma das melhores Corridas de Aventura do Brasil. Em conversa com amigos, o diretor da prova Edmilson M Fonseca, mencionou a possibilidade de voltar a organizar o evento em 2015.

Fotos do Desafio Costa do Sol 2004:









Banana é mais benéfico do que bebidas esportivas


A prática de atividade física traz inúmeros benefícios à saúde, porém é necessário que se realize uma correta reposição nutricional para que não ocorra nenhum malefício para com o corpo. Nos últimos anos, tanto a banana quanto as bebidas esportivas, também chamadas de isotônicos, têm sido fontes de energia muito apreciadas por atletas profissionais e amadores.

Nesse contexto, um novo estudo realizado com ciclistas profissionais, avaliou qual dos dois alimentos seria o mais benéfico para a saúde quando consumido durante exercícios intensos. O estudo foi publicado na revista PLoS ONE.

Para o estudo, que foi realizado pela Universidade Appalachian State, nos EUA, 14 ciclistas profissionais ingeriram, a cada 15 minutos, o equivalente a um copo de bebida esportiva, ou metade de uma banana, durante uma corrida de estrada de 75 km, com duração de 2,5 a 3 horas. Os ciclistas realizaram no total duas vezes o percurso, com uma diferença de 3 semanas entre eles, onde se na primeira tentativa eles haviam consumido banana na segunda eles consumiriam a bebida esportiva (Gatorade).

Para avaliar os efeitos do consumo, foram coletadas 3 amostras de sangue: I) 1 hora antes do exercício; II) logo após o término do exercício e III) 1 hora depois do exercício. As amostras foram analisadas para mais de 100 metabólitos, moléculas associadas com o metabolismo.
Os resultados mostraram que ambos os alimentos apresentaram resultados positivos para com o organismo, sendo que as bananas forneceram antioxidantes que não foram encontrados nas bebidas esportivas, bem como um maior valor nutricional, que incluia o potássio, as fibras e a vitamina B6. 

Além disso, as bananas apresentaram uma mistura mais saudável de açúcares do que as bebidas.
De acordo com o Dr. David C. Nieman, coordenador do estudo, os resultados são extensíveis a qualquer tipo de exercício, e não só ao ciclismo. Ele também considera que “há um monte de atletas que não gostam da ideia de beber bebidas esportivas, que são essencialmente água com açúcar aromatizado. Esse tipo de pesquisa mostra que você pode ter fontes de carboidratos mais saudáveis antes e depois dos exercícios capazes de sustentar o desempenho esportivo tão bem como uma bebida esportiva”.

Dessa maneira, sempre que for praticar uma atividade física procure estar bem alimentado. Como mostrou o estudo, a banana é uma ótima pedida, pois além de oferecer vários benefícios, ela ainda é um alimento de fácil transporte.


fonte: procuramed